Das prescrições às múltiplas perspectivas
Estratégia começa com o repertório de quem está na sala.

Da teoria à prática no Brasil

Conceitos, teoria e prática

Promovendo soluções

Experiências e aplicações

& Desventuras Nucleares
Planos, escolhas formais e controle orientam a ação.
Aprendizado, negociação e adaptação também formam estratégia.
Recursos, capacidades, cultura e cognições moldam possibilidades.
Mercados, rivais, sociedade e instituições impõem condições.
Controle contábil e financeiro.
Crescimento, previsão e sinergia.
Portfólios e unidades de negócio.
Setores, concorrência e atratividade.
Recursos, competências e resposta.
Inovação, redes e aprendizagem.
Governança, instituições e prática.

Como a estratégia deve ser formulada.
Como a estratégia se forma na prática.
Concebe a estratégia ajustando forças e fraquezas a oportunidades e ameaças.
Traduz a formulação em programas, planos, técnicas e mecanismos de controle.
Analisa indústria, concorrência e alternativas genéricas de posição competitiva.
Visão e iniciativa do estrategista.
Percepções e processos mentais.
Ação, experiência e emergência.
Negociação e influência entre atores.
Valores, significados e conhecimento tácito.
Adaptação às forças do contexto.
Ciclos de estabilidade e transformação.
A estratégia pode ser visionária, política, social e adaptativa.
Carlos Osmar Bertero · Flávio Carvalho de Vasconcelos · Marcelo Pereira Binder
Panorama nacional da pesquisa em estratégia.
Não aderiram às quatro perspectivas.
Um sinal dos limites da lente importada.
Estratégia precisa explicar atores públicos, intervenção e geopolítica.
Escolhas são socialmente construídas e situadas em contextos específicos.
Aproximar academia e organizações fortalece relevância e legitimidade.
Novos modelos decisórios reabrem o debate sobre racionalidade e cognição.